Ela é tão linda! Não me canso de olhar pra ela. Não me preocupo se ela é mais inteligente do que eu: sei que é. É engraçada sem nunca ser má. Eu a amo. Sou muito sortudo por amá-la.
Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar.
E agora eu sei, o quanto conhecer você foi bom pra mim.
Não me veja como se eu fosse igual a todo mundo. Minha mania de me sabotar faz com que eu não me ache grande coisa e sempre cite primeiro os meus defeitos, é verdade, mas todo mundo tem alguém preferido no mundo. Eu só quero ser a sua coisa preferida nesse mundo.
De tempos em tempos, bate aquela carência. E mesmo sem nenhum álcool que seja no corpo, me pego olhando pro celular, pensando na saudade que me dá, coloco teu número e digito: “vem cá”.
Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é.
Serei teu amigo e teu bem, fica bem, mas fica só comigo.
Já sorri te olhando de mil formas e me aconchegando no teu abraço ao fim do dia. Era o que eu precisava: abrigo. Era o que você tinha. E tudo sempre veio acompanhado dos meus pelos arrepiados, do meu coração batendo forte e da minha distração quando você falava muito. Foi assim que eu soube o quanto isso era forte. Aliás, o quanto isso é forte. Talvez você mude - de país e de jeito. Talvez a minha loucura te afaste. Talvez nos afastemos ao natural. Mas entre todos esses “talvez”, pode ser também que talvez tudo dure, perdure. Talvez a gente se ame mais do que os olhos andam dizendo.